Pensar no que não é o lógico de ser pensado, dando espaço à multiplos destinos para aquilo que é objetivado pela lógica aproveite-o-melhor-o-mais-que-puder-sempre-que-possível-não- desperdice-o-que-pode-trazer-retornos-financeiros-políticos-sociais-e-economias-para- -você-para-sua-família-para-seus-amigos-principalmente-quando-
-temos-recursos-públicos-à-nossa-disposição.
As escolhas que damos àquilo que se dispõe para nós dia a dia re-afirma a nossa própria conduta e/ou projeto de vida. o branco como possibilidade de realização do imaginário, espaço de resistência do não-objetivo, exigência de uma construção ativa da própria consciência. mas e agora? será que o não-significante (ausência de signo) significa algo? até que ponto o meio é a própria mensagem? mediação do espaço do imaginário? o imaginário pode se apresentar concretamente, como um lapso? na lógica fast-foods de retornos imediatos, de rejeição do que não me vem pronto e definido, por que deveria justamente o que é irreal (não-concreto, não-significante) me mostrar o que é real?
Realmente, sinuca de bico. Estetizar o simulacro? Provocar o simulacro? Irritar o simulacro? Imitar o simulacro? também não sei. sei o que vejo. desconheço o que não vejo. e quando tudo o que vejo é simulacro? essa onipresença oculta que me fragmenta e me enlata o mundo para que eu o consuma sem a catarse imaginativa que me faria relacioná-lo com as coisas que lhe é concomitante, que o situa como produção inserida na lógica de um cenário/contexto cujo resultado é o nivelamento das consciências plurais e a passividade prática do cotidiano.
Utilizar os meios políticos eleitorais para não-convencer. inutilizar os instrumentos mediáticos que hoje fragilizam mais a própria imagem da tragédia democrática brasileira. dar a ver que apenas a diminuição das grandes campanhas e fim dos ‘showmícios’ nas Eleições é só uma forma de proteção e manutenção da aberração estrutural de governo que não se apresenta e nem representa nada além dos loobies e de interesses próprios. articular uma re-presentação simbólica que faça ver. e que veja que também está sendo vista. poesia visionária. vidência e conquista dos sentidos pela vontade individual/comunitária.
rejeitar a apatia.
assumir o turvo, o indefinido, o por fazer, o vôo e a queda.
não apenas na privada, mas extendido ao infinito.
humanidade para os humanos.
VIDA pública para o que é público.
AÇÃO 1 (RE-EMBRANCO-VIO DE MENSAGEM RE-FLEXIVA)







AÇÃO 2 (BONECO BRANCO)




AÇÃO 3 (LAMBE-LAMBE)




